sábado, 23 de janeiro de 2010

Plenária da JPT RJ


Nesse domingo (dia 24 de janeiro) vai acontecer a Plenária Estadual da Juventude do PT do Rio. O encontro está marcado para as 13 horas. No período da manhã, a partir das nove, vai rolar a primeira reunião da Direção Estadual Plena da JPT. Vivemos uma realidade de total abandono na juventude do estado, onde não existe sequer um fórum da JPT. E é por isso que estamos trabalhando para mudar. Precisamos de uma juventude atuante, combativa e militante, e só com uma direção comprometida com tais princípios teremos condições de construir essa juventude no estado. Desculpe-nos a ausência aqui no blog, é que estamos envolvidos nesse processo de forma bem intensa. Em breve passamos detalhes sobre a plenária nacional. Como diriam nossos amigos lá do sul Há braços!!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto


A Frente Nacional pelo Fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, realiza debate sobre a Realidade do Aborto Inseguro: O Impacto da Ilegalidade do Abortamento na Saúde das Mulheres e nos Serviços de Saúde do Rio de Janeiro, com apresentação do filme das católicas pelo direito de decidir, com o Apoio da ABEN/RJ e da Escola de Enfermagem Anna Nery - no dia 07 de Outubro de 2009, às 14:00 horas, no Auditório Quinhentão, Bl.. K, sub-solo do Centro de Ciências da Saúde, Cidade Universitária - Ilha do Fundão.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

2005 x 2009: A História só se repete como farsa

Gabriel Ribeiro

Em 2005 vivemos um dos piores momentos da nossa vida como militantes petistas, foram longos meses de ataques da mídia que todos os dias espezinhava e agredia duramente nosso partido somando uma pequena parcela de fatos reais e muitas mentiras, militantes e dirigentes do PT eram acusados de envolvimento em todos os tipos de crimes, desde tráfico de influência até mesmo envolvimento em assassinatos.

Mas esses ataques não aconteciam de maneira desorganizada, a estratégia era viabilizar uma vitória da direita neoliberal representada pelo PSDB/DEM (na época ainda PFL) nas eleições que aconteceriam em 2006 e se dividiam em três táticas:

1 – Decretar o fim do PT e das idéias de esquerda, o partido ético, portador de utopias, defensor do socialismo havia chegado ao fim, esse primeiro objetivo além de decretar o fim do PT tinha também como alvo todas as idéias de esquerda que ainda estão fortemente presentes na sociedade brasileira, quase todas as matérias de jornais e “especialistas políticos” diziam que o socialismo petista estava associado a um projeto de assalto do Estado.

2 – Heloisa Helena como Plano B, para o eleitorado que mesmo assim mantivesse alguma referência na esquerda, a mídia monopolista apresentava Heloisa Helena como alternativa. Só para recordar um fato: durante o Governo FHC, quando Heloisa Helena era senadora PT no episodio da cassação do senador Luiz Estevão essa mesma mídia fazia insinuações machistas contra a parlamentar, mas depois que passou a criticar dura e injustamente o PT e o Governo Lula, HH transformou-se na representação humana da ética e da moral defendida pela mídia e passou a ser apresentada como “a verdadeira portadora das idéias de esquerda” como se a força política e eleitoral da esquerda se reduzisse a nanicos como o PSOL e o PSTU.

3 – Destruir a referência da juventude brasileira no PT, apresentar o PT como “partido de velhos e corruptos” para a juventude tinha o objetivo de médio prazo, se não fosse possível liquidar o PT naquele momento, era necessário no mínimo quebrar a referência de uma nova geração no partido, ou seja, a melhor maneira de “acabar com a nossa raça” era inviabilizar a possibilidade de renovação da militância e dos dirigentes do PT.

O PT sofreu desgastes com todos esses ataques, mas não acabou e nem deixou de ser a principalmente referência da esquerda brasileira e da juventude, porque apesar de um poderoso e quase impenetrável período de ataques a mídia monopolista e a direita neoliberal não contavam com um fator fundamental nesse processo: a militância petista. Essa militância foi ao PED de 2005 e realizou a maior mobilização partidária que o Brasil já conheceu e deu vitalidade para o PT e o nosso Governo organizarem respostas, o que abriu um novo período que chegou ao seu auge na nova vitória de Lula em 2006.

Em 2009 parece que novamente vemos como a mídia monopolista e a direita neoliberal tentam repetir a História (ou estória nesse caso), com os mesmos jargões, “O PT acabou”, “a verdadeira esquerda tem que votar em Marina”, “a juventude brasileira detesta o PT”.

Temos que reconhecer que os episódios que ocorrem hoje no Senado merecem a mais absoluta investigação e que a posição do Planalto de apoio incondicional a Sarney é desgastante para o nosso partido, mas isso é resultado de uma tática política equivocada de sustentar nosso Governo somente através do parlamento sem construir relações, projetos comuns e mobilizações conjuntas com as forças sociais que garantiram as nossas vitórias eleitorais e fundaram o PT.
Também é bem verdade que nossos adversários aprenderam com seus erros em 2005, sabem que não é possível derrubar o Governo Lula, mas pretendem atacar diretamente nosso potencial militante como tem feito sistematicamente nos episódios Sarney e Marina Silva.

Mas uma grande parte das respostas a esses desafios está nas mãos dos milhares de filiados e filiadas do PT, o PED 2009 já começou e nossa tarefa não é somente discutir as questões domésticas do partido. Temos que responder como vamos fortalecer e renovar as idéias e sonhos que fundaram o PT? Qual o novo papel que as forças vivas da sociedade podem ter em nosso próximo Governo? E como traduzir em militância e profunda renovação a referência que a maioria da juventude brasileira tem no PT?

Para a tentativa da mídia monopolista e a direita neoliberal o companheiro Karl Marx já deu resposta há mais de um século e meio: a História só se repete como farsa.

Gabriel Ribeiro é membro da Coordenação Nacional da corrente Movimento PT e militante do Movimento Fora da Ordem. gabrielribeiropt@yahoo.com.br

terça-feira, 14 de julho de 2009

Memória Candelária


Comunicamos o início da "Campanha em Defesa da Vida", que se repete desde 23 de julho de 1993, quando ocorreu a famosa e triste "Chacina da Candelária".
Nesse ano a campanha é focada nos dois atos a seguir:

Dia 23/07/09 - Conferência Livre da Infância e Juventude sobre Segurança Pública "em Memória Candelária"
Horário - 10.00 às 18.00 horas
Local - Auditório da OAB - Rua Marechal Câmara, 35/9º andar – Castelo
Inscrição: juventude.conferencialivre@gmail.com (com nome, idade, escolaridade, endereço completo, email optativo)
Informações: 2333.0182 – com Eliane Pimenta (CEDCA – Conselho Estadual de Defesa da Criança e Adolescente)

Dia 24/07/09 - Caminhada em Defesa da Vida
09 horas - Concentração em frente à Igreja da Candelária
10 horas - Missa e Ato Ecumênico pelos 16 anos da morte dos oito meninos na Chacina
11 horas - Caminhada "Em Defesa da Vida", pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia

Ato Público em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro, com a presença do Ministro da Secretaria Especial dos Direitos Humanos (SEDH), Paulo Vanuchi

presentações Culturais
14 horas - término.

Bandeiras da Caminhada "Em Defesa da Vida":
20 Anos da Convenção Internacional da Criança e do Adolescente
19 Anos do Estatuto da Criança e do Adolescente
Contra a Redução da Maior Idade Penal


Realização:

Conselho da Juventude do Estado do Rio de Janeiro - COJUERJ (http://cojuerj.blogspot.com/)

Conselho Estadual da Criança e Adolescente - RJ (http://www.cedca.rj.gov.br/)

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Ato Público contra o AI 5 digital

A Lei Maria da Penha


Companheiras,

Uma das grandes conquistas do movimento feminista brasileiro nos últimos anos encontra-se ameaçada.

A Lei Maria da Penha segue enfrentando dificuldades sérias para a sua implementação efetiva, apos quase três anos em vigor. Além de encontrarmos a barreira de que a criação dos juizados específicos para os julgamentos dos crimes, desconsiderados como prioridade política na distribuição orçamentária dos estados nos deparamos também agora com a intolerância institucional da justiça criminal, por meio de diversos processos encaminhados ao STF que passam ao largo do texto da Lei 11.340 ao exigirem a representação condicionada das vítimas.

A exigência da representação nos casos de violência física contra as mulheres (lesão corporal qualificada pela violência doméstica), nega eficácia e desvirtua os propósitos da nova Lei, que considera as relações hierárquicas de gênero, o ciclo da violência e os motivos pelos quais as mulheres são obrigadas a “retirar” a queixa: medo de novas agressões, falta de apoio social, dependência econômica, descrédito na Justiça, entre muitos.

Isto significa um enorme retrocesso e pode, paulatinamente, representar a perda destes direitos e um retorno á Lei 9.099, que consagrou a banalização da violência doméstica como crime de menor potencial ofensivo.

Vamos assinar e divulgar, basta clicar no link abaixo:

http://gopetition.com/online/28830.html

Não podemos permitir que nos destituam esta conquista!